Que devir?
Vestem-se as paredes de imaginários
Sufocantes como anéis de desespero
Cobre-se o teto com manto de negrume
Áspero como garras de solidão
Despe-se o chão de sólidas raízes
Prenunciadoras de um devir de silêncio
Vestem-se as paredes de imaginários
Sufocantes como anéis de desespero
Cobre-se o teto com manto de negrume
Áspero como garras de solidão
Despe-se o chão de sólidas raízes
Prenunciadoras de um devir de silêncio